Outro capítulo...
Segunda-feira, Dezembro 17, 2007
When will you come home?
Terça-feira, Dezembro 04, 2007
Sensivelmente 14 meses depois de nascer, o blog “Diário de um Quiosque” acaba aqui. A morte adivinhava-se. Faltava apenas a certidão de óbito. Ninguém gosta de morrer aos poucos, muito menos um blog tão novinho como este.
Falta de tempo, falta de tema e a eminente chegada do Ardinarinho contribuíram decisivamente para o encerramento. A senhora que por cá ontem passou, que por entre dois grunhidos quase imperceptíveis se queixava de se ter esquecido dos dentes de baixo, ainda me fizeram hesitar sobre esta decisão. Mas não há milagres, e eu tenho a perfeita consciência que não é todos os dias que alguém se esquece de sair à rua sem o acessório adequado para proferir correctamente “Quero o 24 Horas, por favor”.
Antes de encerrar oficialmente a coisa, permitam-me deixar algumas palavrinhas.
Em primeiro lugar sinto-me obrigado a agradecer a todos os que visitaram o blog. Sem vocês, isto não tinha aguentado nem mês e meio. Um agradecimento especial para os Tis Marroquinos, para o jornal Record, para o jornal Publico, para o Zé Luís, para os Atlânticos, para os clientes que “fizeram” este blog e para todos aqueles que sintam que merecem um lugar neste parágrafo mas que não cabem aqui por distracção ou esquecimento meu.
Em segundo lugar, quero salientar que escrever este blog me deu um gozo tremendo. Por muito ou pouco que tenham gostado do que aqui foi escrito, eu fui o maior fã. Foi um prazer imenso escrever cada uma das linhas.
Tal como de há ano e meio para cá, vou continuar a escrever (irregularmente), como sururu, no BnRB, o blog de futebol mais politicamente incorrecto da blogosfera.
Para terminar, não quero deixar passar em claro a pouca vergonha do comportamento da distribuidora Vasp, por aqui apropriadamente apelidada de Asco. São anos e anos a prejudicar os seus clientes, aqueles que permitem que suas excelências sobrevivam. São anos e anos com faltas nos jornais distribuídos, com volumes de publicações desviados, com valores devidos que nunca são creditados, com horas e horas de esperas ao telefone na tentativa frustrada de resolver problemas, e com eternas promessas de futuro bom funcionamento. (Neste momento, a sua grande preocupação é vender cartões telefónicos e procurar saber - legitimamente?... duvido - quantos exemplares vende o jornal Sol)
Tudo isto perante o assobiar para o ar, para o lado e para trás dos responsáveis pelas publicações distribuídas por esta empresa, que talvez ainda não tenham dado conta que a sua sobrevivência depende quase exclusivamente dos cerca de 7.000 postos de venda espalhados pelo país. Se têm coragem, investiguem! Pela minha parte, vou continuar a lutar contra estes abusos sistemáticos.
Quanto ao quiosque, continua de pé e de boa saúde, e não obstante o encerramento do blog, vamos fazer com que mantenha o nível de iniciativas que o tornem num quiosque diferente, para melhor.
Acabaram as visitas virtuais. Podem visitar o quiosque in loco, na Praça 8 de Maio, na Figueira da Foz. A todos, muito obrigado.
Falta de tempo, falta de tema e a eminente chegada do Ardinarinho contribuíram decisivamente para o encerramento. A senhora que por cá ontem passou, que por entre dois grunhidos quase imperceptíveis se queixava de se ter esquecido dos dentes de baixo, ainda me fizeram hesitar sobre esta decisão. Mas não há milagres, e eu tenho a perfeita consciência que não é todos os dias que alguém se esquece de sair à rua sem o acessório adequado para proferir correctamente “Quero o 24 Horas, por favor”.
Antes de encerrar oficialmente a coisa, permitam-me deixar algumas palavrinhas.
Em primeiro lugar sinto-me obrigado a agradecer a todos os que visitaram o blog. Sem vocês, isto não tinha aguentado nem mês e meio. Um agradecimento especial para os Tis Marroquinos, para o jornal Record, para o jornal Publico, para o Zé Luís, para os Atlânticos, para os clientes que “fizeram” este blog e para todos aqueles que sintam que merecem um lugar neste parágrafo mas que não cabem aqui por distracção ou esquecimento meu.
Em segundo lugar, quero salientar que escrever este blog me deu um gozo tremendo. Por muito ou pouco que tenham gostado do que aqui foi escrito, eu fui o maior fã. Foi um prazer imenso escrever cada uma das linhas.
Tal como de há ano e meio para cá, vou continuar a escrever (irregularmente), como sururu, no BnRB, o blog de futebol mais politicamente incorrecto da blogosfera.
Para terminar, não quero deixar passar em claro a pouca vergonha do comportamento da distribuidora Vasp, por aqui apropriadamente apelidada de Asco. São anos e anos a prejudicar os seus clientes, aqueles que permitem que suas excelências sobrevivam. São anos e anos com faltas nos jornais distribuídos, com volumes de publicações desviados, com valores devidos que nunca são creditados, com horas e horas de esperas ao telefone na tentativa frustrada de resolver problemas, e com eternas promessas de futuro bom funcionamento. (Neste momento, a sua grande preocupação é vender cartões telefónicos e procurar saber - legitimamente?... duvido - quantos exemplares vende o jornal Sol)
Tudo isto perante o assobiar para o ar, para o lado e para trás dos responsáveis pelas publicações distribuídas por esta empresa, que talvez ainda não tenham dado conta que a sua sobrevivência depende quase exclusivamente dos cerca de 7.000 postos de venda espalhados pelo país. Se têm coragem, investiguem! Pela minha parte, vou continuar a lutar contra estes abusos sistemáticos.
Quanto ao quiosque, continua de pé e de boa saúde, e não obstante o encerramento do blog, vamos fazer com que mantenha o nível de iniciativas que o tornem num quiosque diferente, para melhor.
Acabaram as visitas virtuais. Podem visitar o quiosque in loco, na Praça 8 de Maio, na Figueira da Foz. A todos, muito obrigado.
Sem título
Terça-feira, Novembro 06, 2007
Interrompo as férias deste blog - na verdade eram para ser apenas dois dias, mas tomei-lhe o gosto e fui prolongando a coisa - para deixar uma dúvida que me tem inquietado o cérebro nas últimas semanas: a súbita subida nas vendas no 24 Horas deve-se às sucessivas capas do caso Maddie ou ao brinde dos Amuletos da Sorte?
Se a resposta estiver nos amuletos, eu dou a mão, o braço e o ombro esquerdo à palmatória: sou uma desgraça a prognosticar o impacto de novos lançamentos e prometo nunca mais lançar para o ar a pergunta "Mas quem é que vai querer levar esta merda???".
p.s. - não me lixes, Janício, eles são muita bons, pelo menos de há 5 albuns para cá:
É hoje!
Se a resposta estiver nos amuletos, eu dou a mão, o braço e o ombro esquerdo à palmatória: sou uma desgraça a prognosticar o impacto de novos lançamentos e prometo nunca mais lançar para o ar a pergunta "Mas quem é que vai querer levar esta merda???".
p.s. - não me lixes, Janício, eles são muita bons, pelo menos de há 5 albuns para cá:
É hoje!
Suplício
Quarta-feira, Outubro 24, 2007
De vez em quando lá calha e sai um post… Hmmm… corrigo: de vez em quando lá calha e sou obrigado pelo patrão empregado a passar uma tarde no quiosque. Não sei se se nota mas este texto está a ser escrito directamente do quiosque, o que diz bem do suplício que é passar o tempo a apanhar moscas. O Sr. Almerindo, ali das finanças, sabe bem do que estou a falar.
Os ponteiros do relógio não andam, a pilha de Sábados não esvazia, os jornais estão desactualizados e há muito que deixou de ser engraçado descobrir as diferenças entre os onzes prováveis do Jogo, Record e Bola.
Mas nem tudo é mau. (pausa) Não, é mesmo tudo mau! Até o raio do sol… aliás, os raios de sol se posicionam na perfeição, entre as 3 e as 5 da tarde, obrigando-me a procurar refúgio na zona leste do quiosque. Estas ocasiões, de quando em vez, proporcionam descobertas de novos espaços de arrumação. Certa tarde fui de encontro a uma pilha de volumes de cadernetas do centenário do Benfica, a devolver apenas dentro de 10 semanas e sem a mínima chance de venda, e cometi o pecado de as juntar à secção de Tricot e Crochet, ganhando assim um espaço extra para a super El Mueble, cujo espaço foi por sua vez ocupado pelos livros de romance da Bianca e da Júlia, e assim sucessivamente, até as ditas cadernetas voltarem ao lugar de origem. E com estas matreirices se vai passando algum tempo, enquanto não chega “aquele” cliente.
É incrível como algumas pessoas, durante a tarde, ganham a excepcional capacidade de falar imenso tempo sobre coisa nenhuma. Ainda há momentos, uma simples Teleculinária conseguiu gerar umdiálogo monólogo de quase meia hora. “Ah e tal, eu tenho centenas delas, mas nunca as leio e nem sequer cozinho. Costumava encadernar tudo, mas o homem que o fazia matou um taxista, discussões de mulheres, acho eu, e foi preso. Mas o homem encadernava tão bem que fui à penitenciária de propósito encadernar as Teleculinárias. É que me disseram que eles na prisão podem trabalhar. E assim foi. Quando saiu, ensinou o ofício ao filho, que era um aldrabão e me ficava com metade das revistas. E as que vinham encadernadas soltavam-se ao mínimo desfolhar. Mas esta parece engraçada. Especial bacalhau, é? Vou levar. Eu não leio, nem cozinho, mas olha, pode ser que algum dia um dos meus filhos pegue nisto. Eu gosto muito de bacalhau, sabes? Nós os portuguese podemos ter muitos defeitos, mas não há quem cozinhe bacalhau como nós. Eu não cozinho, mas gosto de bacalhau”. No final, depois de ter dominado 85% da conversa - qual Fátima no meio campo do Sporting - apertou-me o bacalhau e foi chatear a mulher da loja de ferragens.
O suplício chega agora ao seu ponto mais alto. Pego na Caras e desfolheio de princípio ao fim. É declarado o estado de emergência. Faltam duas horas para o fechar o tasco.
Os ponteiros do relógio não andam, a pilha de Sábados não esvazia, os jornais estão desactualizados e há muito que deixou de ser engraçado descobrir as diferenças entre os onzes prováveis do Jogo, Record e Bola.
Mas nem tudo é mau. (pausa) Não, é mesmo tudo mau! Até o raio do sol… aliás, os raios de sol se posicionam na perfeição, entre as 3 e as 5 da tarde, obrigando-me a procurar refúgio na zona leste do quiosque. Estas ocasiões, de quando em vez, proporcionam descobertas de novos espaços de arrumação. Certa tarde fui de encontro a uma pilha de volumes de cadernetas do centenário do Benfica, a devolver apenas dentro de 10 semanas e sem a mínima chance de venda, e cometi o pecado de as juntar à secção de Tricot e Crochet, ganhando assim um espaço extra para a super El Mueble, cujo espaço foi por sua vez ocupado pelos livros de romance da Bianca e da Júlia, e assim sucessivamente, até as ditas cadernetas voltarem ao lugar de origem. E com estas matreirices se vai passando algum tempo, enquanto não chega “aquele” cliente.
É incrível como algumas pessoas, durante a tarde, ganham a excepcional capacidade de falar imenso tempo sobre coisa nenhuma. Ainda há momentos, uma simples Teleculinária conseguiu gerar um
O suplício chega agora ao seu ponto mais alto. Pego na Caras e desfolheio de princípio ao fim. É declarado o estado de emergência. Faltam duas horas para o fechar o tasco.
Rombalgia
Quarta-feira, Outubro 10, 2007
Tudo aconteceu por volta do minuto 43 da abertura do quiosque da passada 6ª feira. Um movimento mais brusco quando colocava o “Emprego” sobre a “Única” fez esticar um músculo à retaguarda. Na altura não dei a devida importância, mas meia-hora mais tarde já se fazia sentir com alguma intensidade a mazela provocada pela arrojada manobra. “Lombalgia”, afirma convicto o Dr.Gouveia. “Chame-lhe o que quiser, doutor. Para mim é claramente uma p*** de uma dor de costas”, pensei eu. Bem me avisou a dona Arminda, no Inverno passado, enquanto me observava a montar Expressos à velocidade da luz: “Oh menino, qualquer dia ainda fazes uma rombalgia”.
Deixem-me para já alertar para os efeitos secundários da minha rombalgia: provoca uma postura erecta, de olhar fixo em frente, a fazer lembrar os piores torcicolos, impedindo movimentos laterais de qualquer espécie; os agachamentos estão foram de questão e quanto muito consegue-se fazer uma ligeira flexão de perna, que, a não ser que se seja um grande artista, é claramente insuficiente para apanhar as moedas de 5 cêntimos que vão caindo ao chão; praticamente todo o corpo faz figura de... corpo presente. Diria mesmo que um gajo com uma lombalgia só atrapalha e é tal a sua incapacidade para produzir o que quer que seja que devia ser obrigado a subir um escalão no IRS.
Bem, não adianta ir mais longe. O único movimento que se executa a 100% é o piscar de olhos, o que, convenhamos, é de uma inutilidade extrema quando se está dentro de um quiosque (além disso, a promotora dos isqueiros nunca passa às 6ªs feiras).
Não havia alternativa. Mandei o meu irmão aquecer e pedi substituição.
Em casa chego rapidamente à conclusão que estar em pé ou deitado é igual ao litro: não melhora nada a coisa, antes pelo contrário. Assentar o rabo no sofá, mantendo uma postura firma e hirta, torna-se a única solução viável para o sofrimento. A boa notícia é que tenho dispensa de toda e qualquer tarefa doméstica, ganhando mesmo alguns mimos e privilégios extra. A má notícia é que vou certamente falhar os próximos compromissos importantes: o Expresso do próximo sábado, os Clássicos Portugueses de 3ª feira e a Vogue Italiana, edição especial de 600 páginas, que deve estar aí a chegar. E estou em dúvida para as enciclopédias Larousse de 5ª feira.
Doping. Sou obrigado a recorrer ao doping. Mete analgésico, mete relaxante muscular e mete água quente. Várias vezes ao dia. Ou me enganei na dose ou o meu corpo é imune a drogas. No dia seguinte estou pior e decido-me por drogas injectáveis. Saio do hospital 2 horas depois com um andar novo e a notícia que tenho a tensão alta. Pudera! Há mais de 20 anos que não levava uma pica no... naquele sítio! Agora, além de não conseguir estar deitado nem em pé, não me vou poder sentar tão cedo.
“Onde é que fez isso, menino?”, pergunta-me a velhota na cadeira de rodas. “Foi no emprego?”. “Foi sim”, respondo eu. “No Emprego e na Única”.
Deixem-me para já alertar para os efeitos secundários da minha rombalgia: provoca uma postura erecta, de olhar fixo em frente, a fazer lembrar os piores torcicolos, impedindo movimentos laterais de qualquer espécie; os agachamentos estão foram de questão e quanto muito consegue-se fazer uma ligeira flexão de perna, que, a não ser que se seja um grande artista, é claramente insuficiente para apanhar as moedas de 5 cêntimos que vão caindo ao chão; praticamente todo o corpo faz figura de... corpo presente. Diria mesmo que um gajo com uma lombalgia só atrapalha e é tal a sua incapacidade para produzir o que quer que seja que devia ser obrigado a subir um escalão no IRS.
Bem, não adianta ir mais longe. O único movimento que se executa a 100% é o piscar de olhos, o que, convenhamos, é de uma inutilidade extrema quando se está dentro de um quiosque (além disso, a promotora dos isqueiros nunca passa às 6ªs feiras).
Não havia alternativa. Mandei o meu irmão aquecer e pedi substituição.
Em casa chego rapidamente à conclusão que estar em pé ou deitado é igual ao litro: não melhora nada a coisa, antes pelo contrário. Assentar o rabo no sofá, mantendo uma postura firma e hirta, torna-se a única solução viável para o sofrimento. A boa notícia é que tenho dispensa de toda e qualquer tarefa doméstica, ganhando mesmo alguns mimos e privilégios extra. A má notícia é que vou certamente falhar os próximos compromissos importantes: o Expresso do próximo sábado, os Clássicos Portugueses de 3ª feira e a Vogue Italiana, edição especial de 600 páginas, que deve estar aí a chegar. E estou em dúvida para as enciclopédias Larousse de 5ª feira.
Doping. Sou obrigado a recorrer ao doping. Mete analgésico, mete relaxante muscular e mete água quente. Várias vezes ao dia. Ou me enganei na dose ou o meu corpo é imune a drogas. No dia seguinte estou pior e decido-me por drogas injectáveis. Saio do hospital 2 horas depois com um andar novo e a notícia que tenho a tensão alta. Pudera! Há mais de 20 anos que não levava uma pica no... naquele sítio! Agora, além de não conseguir estar deitado nem em pé, não me vou poder sentar tão cedo.
“Onde é que fez isso, menino?”, pergunta-me a velhota na cadeira de rodas. “Foi no emprego?”. “Foi sim”, respondo eu. “No Emprego e na Única”.
1 ano de Expresso x Sol
Quinta-feira, Outubro 04, 2007
Jornais diários - as vendas no quiosque
Segunda-feira, Outubro 01, 2007
Aqui estão, finalmente.
O 3º trimestre já entra.
Cuidado que o Agosto engana.
Se bem que o 24 Horas aproveitou a boleia das vendas de Verão.
Forneço a folha excel pormenorizada a quem solicitar.






O 3º trimestre já entra.
Cuidado que o Agosto engana.
Se bem que o 24 Horas aproveitou a boleia das vendas de Verão.
Forneço a folha excel pormenorizada a quem solicitar.






NME
A matemática vista de vários ângulos
Sexta-feira, Setembro 28, 2007
Títulos de hoje:
Jornal de Notícias:
"JN sobe 5% em relação ao ano passado"
Correio da Manhã:
"CM cada vez mais líder"
Diário de Notícias:
"O DN foi o jornal que mais cresceu"
Publico:
"O Publico foi o diário que mais aumentou a circulação paga entre Janeiro e Junho"
Diário de um Quiosque:
"De entre todos os blogs cujo título de post de 28 de Setembro de 2007 foi 'A matemática vista de vários ângulos', o Diário de um Quiosque foi o mais lido e o único a registar uma subida em relação ao período homólogo de 2006"
Nota 1: Aguardamos pacientemente pelas análises da Visão e da Sábado, que costumam proporcionar umas guerrinhas bem engraçadas que se arrastam por várias semanas.
Nota 2: As contas das vendas de Verão do quiosque estão quase prontas e são lançadas na próxima semana. Já agora espero pelo final de Setembro e completa-se assim o 3º trimestre. Prometo gráficos comparativos com os fornecidos pela APCT de modo a comparar as vendas no quiosque com as vendas a nível nacional.
Jornal de Notícias:
"JN sobe 5% em relação ao ano passado"
Correio da Manhã:
"CM cada vez mais líder"
Diário de Notícias:
"O DN foi o jornal que mais cresceu"
Publico:
"O Publico foi o diário que mais aumentou a circulação paga entre Janeiro e Junho"
Diário de um Quiosque:
"De entre todos os blogs cujo título de post de 28 de Setembro de 2007 foi 'A matemática vista de vários ângulos', o Diário de um Quiosque foi o mais lido e o único a registar uma subida em relação ao período homólogo de 2006"
Nota 1: Aguardamos pacientemente pelas análises da Visão e da Sábado, que costumam proporcionar umas guerrinhas bem engraçadas que se arrastam por várias semanas.
Nota 2: As contas das vendas de Verão do quiosque estão quase prontas e são lançadas na próxima semana. Já agora espero pelo final de Setembro e completa-se assim o 3º trimestre. Prometo gráficos comparativos com os fornecidos pela APCT de modo a comparar as vendas no quiosque com as vendas a nível nacional.





