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diário de um quiosque

O Pacheco Pereira tornou-se uma espécie de Ardinario da política [caracteres extra para não me estragar o template do blog]

Bicampeão!

quarta-feira, abril 04, 2007

Uma vez por ano, mais ou menos por esta altura, dá-se um fenómeno curioso junto ao quiosque. Como sou muito céptico em relação a fenómenos paranormais, acredito piamente que a mãe natureza joga um papel fulcral neste acontecimento.

Todos já tivemos alguma surpresa desagradável com a incómoda lei da gravidade, que teima em empurrar-nos para baixo quando na verdade nos queremos manter de pé. Acontece, por exemplo, quando somos apanhados no meio no meio de uma grande tempestade ou furacão, fruto da força da mãe natureza, ou quando somos apanhados no final da mãe de todas as bebedeiras. Adiante.

A lei permanece válida para qualquer objecto, que apesar de não ter vida própria ou qualquer capacidade de auto-movimento, faz questão de se deslocar ou tombar, mesmo que a nossa ordem seja “quietinho aí, não te mexas, faxavôr!”.
É aqui que entra então a mãozinha da força da natureza. Para alguns tem o nome específico de “rajadas fortes”. Para mim, tecnicamente falando, não é mais do que uma “ventania do caraças capaz de mandar abaixo um expositor com mais de 1500 postais”.

Para quem está de fora pode ser um belo espectáculo, digno de ser partilhado no próximo jantar de amigos. Para quem o vive na pele, o belo espectáculo traduz-se em imediata aceleração cardíaca, ao nível de um piloto de fórmula 1 momentos antes da partida.
A experiência é fundamental e torna-se imperativo não entrar em pânico. Deixemos para o final a lamentação “ai a minha vida a andar para trás” pois nesta altura já os postais estão a andar para a frente, sob as ordens da mãe natureza.
Numa primeira fase, exige-se uma reacção rápida e decidida - dois segundos de hesitação podem custar meia centena de postais. Posteriormente, é fundamental abusar da capacidade de agachamento para os apanhar, ao mesmo tempo que se controla uma possível pilhagem ao quiosque. Sim, porque nesta altura, e dependendo dos valores da escala de ventanias do caraças capazes de mandar abaixo um expositor com mais de 1500 postais, é possível que já estejamos a uma distância considerável do ponto de venda.
Daí o título que ostento orgulhosamente pelo 2º ano consecutivo: campeão dos 110 metros postais. Ida e volta.

posted by ardinario, 4/04/2007 05:33:00 da tarde

5 Comments:

Com o passar dos anos ganha-se experiência e melhora-se o tempo. hehehe
Nem quero imaginar o desespero de ver 1500 postais a voar.
Eu não quero ser má... mas agora que a crise já está dominada, há fotos do momento? Boa Páscoa
commented by Blogger dass, 4/05/2007 6:34 da tarde  
Eu não quis responder a quente porque ainda me saía alguma frase menos conseguida.
Agora sim, depois de ordenar correctamente por tema cada postal aleatoriamente baralhado pelo vento (aliás, Sr.Vento... ou melhor ainda... Sr.Eng.Vento), posso responder: dass, só há fotos do momento antes e do momento depois. Tirando um ou outro pormenor, são quase iguais. Lamento desapontar-te :)
Uma nova modalidade olímpica na calha?? quem sabe... Um abraço
Mínimos alcançados, ou nem por isso?

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