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diário de um quiosque

O Pacheco Pereira tornou-se uma espécie de Ardinario da política [caracteres extra para não me estragar o template do blog]

quarta-feira, agosto 06, 2008

São 11 e tal da noite e escrevo estas linhas ao som de uma vaca a mugir. É bonito. Mesmo que o texto só veja a luz do dia amanhã ou depois ou para a semana – restam 17 minutos de bateria e estou sem pachorra para procurar o raio do cabo ao fundo da mala, quanto mais encontrar uma ficha, e só tenho um pauzinho de rede- , que fique registado que neste momento há uma vaca a mugir a 20 metros de mim, o que por si só é suficiente para me dar cabo da concentração e da escrita.

Bastaram 24 horas e 300 km de afastamento dos relvados do quiosque para começar a receber centenas de sms's do senhor meu irmão que me substitui nestas alturas.
Centenas talvez seja um exagero. Foi apenas um, mas elucidativo da grandeza que é representar, mesmo que temporariamente, as cores deste quiosque.
Já vamos ao conteúdo. Minutos antes recebo um telefonema “oh pá tá aqui um homem a pedir factura para uma revista. Onde está o livro das facturas? Ah, e a payshop não está a funcionar”.
Pela hora do dia, começo a imaginar a fila que se começa a formar...

Cá vai então o sms, sem qualquer censura.
...
Mesmo sem censura nenhuma.
...
Último aviso. Leia sob sua conta e risco.
...
Payshop é geral.

Revista porno para “pregar partida a um colega”.

Senhor A: “Factura para pagar uma revista?? Quem lhe fosse ao cu de manhã esvaziava os colhões de tarde que era uma categoria puta que pariu foda-se caralho!”

Lol tava com saudades disto.


Eu avisei.


Lá fora, até a vaca se calou.

posted by ardinario, 8/06/2008 11:38:00 da tarde

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