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diário de um quiosque

O Pacheco Pereira tornou-se uma espécie de Ardinario da política [caracteres extra para não me estragar o template do blog]

Dias 44 e 45 - O Sr.Vigário

sábado, outubro 28, 2006

O Sr.Vigário
Vou começar por um conto. Mais propriamente o conto do vigário.
Pois bem, o Sr.Vigário resolveu fazer-me uma visitinha na 5ª feira que passou. Bom dia para aqui, como está para ali, e dá-me cá 4 lotarias se faz favor. Assim fiz. Estende-me uma nota de 100 euros e passo-lhe o respectivo troco - 92 euros.

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Ao recolher as notas para o bolso da camisa, saca de mais umas e atira "olhe, afinal tinha mais pequeno... importa-se de me trocar isto por uma nota de 50?". Mostra-me duas notas de 20 e uma de 10 e acedo em fazer-lhe a vontade. Entrego-lhe a nota de 50 e, antes de ele me devolver as duas de 20 + uma de 10, junta-as à de 50 que tinha acabado de lhe entregar e remata "já agora, troque-me isto pela nota de 100...". Respondi: "com certeza, mas tem que me dar mais 50". O Sr.Vigário não pestanejou nem deu sinais de atrapalhação. Sacou de mais uma nota de 50, juntou-a à outra e às duas de 20 + uma de 10 e passou-mas, a troco da sua original nota de 100. E lá foi o Sr.Vigário e a sua nota. Qual terá sido a sua taxa de sucesso no resto do seu dia?

Concurso - Cartão de Visita

O quiosque vai ter um novo cartão de visita. Este blog assim o obriga. Assim sendo, convido-vos a enviarem as vossas sugestões. Do cartão terá de constar:

- o endereço http://diariodeumquiosque.blogspot.com
- o e-mail
- o nome do quiosque (p.e. "Quiosque do Beco 27 de Abril")
- a cidade (p.e. "Montemor-o-Novo")
- 3 números de telefone

Enviem as vossas sugestões para ardinario@APAGARISTOclix.pt
O vencedor terá acesso à morada correcta :) e a um prémio surpresa.
É um prémio surpresa porque nem eu sei o que é.

Jornais - Ranking

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Record esmerou-se, Publico quedou-se

As caixas de 5ª e 6ª...

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O saldo, já com o pagamento à Segurança Social:

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Uma nota final:

No Jornal de Negócios de 5ª feira, em entrevista a Robert Picard, professor e investigador de economia nos media:

"Acho difícil que o papel morra dentro de 20 anos. Mas os jornais serão diferentes, em vez de 50 páginas terão 20 ou 10, e os leitores serão diferentes e muito menos. No fundo, é regressar ao passado, antes do grande crescimento do Séc.XX."

"Os jornais pagos ou mudam a sua estratégia para atingir o segmento de leitores que preferem os gratuitos, ou actuam nos dois segmentos com produtos distintos."
posted by ardinario, 10/28/2006 03:40:00 da tarde

6 Comments:

"Os jornais pagos ou mudam a sua estratégia para atingir o segmento de leitores que preferem os gratuitos, ou actuam nos dois segmentos com produtos distintos."

Mas, ao fim e ao cabo, não foi um pouco isso que os jornais fizeram, quando a ameaça era a televisão? Não foi essa necessidade de concorrência directa que levou ao estado actual? Não será mais correcto fazer o que em futebolês se chama, "jogar no espçao vazio"? Penso que os jornais continuam a ter um serviço social a desempenhar. Não é correr atrás dos escândalos, ou encher papel com notícias ligeiras- isso, há quem faça melhor. Mas nós, público que gosta de ler jornais, talvez continuemos a considerar insuficiente e medíocre o trabalho desenvolvido no jornalismo de investigação e no comentário mais elaborado. É isso que os jornais insistem em não fazer- e, se calhar, deviam...
Sr Ardinário

Cá vai mais uma tentativa de colaboração para o seu espaço.

1- Relativamente ao questionário, parece-me que não será necessário fazer um desconto para quem responder ao dito.

Em primeiro lugar, porque o número de respostas ao mesmo poderá ser um indicador para si acerca do grau de envolvimento dos seus clientes, bem como no respeito que possam ter pela sua pessoa.

Exemplo, se me colocassem no queiosque que frequento um questionário, apressar-me-ia a colaborar dada a simpatia que nutro pelas pessoas que diáriamente me "aturam".

Em segundo lugar, você não disse como vai ser o questionário nem o teor das perguntas, mas, quanto a mim, deveria ser directo e simples para que possa ser preenchido na hora.

O tempo não ajuda e, em tempo de chuva é mais difícil conseguir que as pessoas se " prendam" no quiosque a preencher questionários.

Outra coisa que não ajuda é a sua mesa que quanto a mim deveria ir para aterro pela forma como está organizada. Infelizmente, vi goradas todas as minhas espectativas de ajudá-lo na diferenciação.

Sugestão, faça um questionário simples e rápido, que não dure mais do que 2 minutos. Poderá ser voçê a responder ao mesmo, colocando as perguntas ao cliente e preenchendo com as respectivas cruzes. Neste caso terá que ter cudado com as perguntas para que o cliente seja honesto e não se intimide com as respostas que possa dar.

No final, aí sim, poderá dar um brinde. Ficar-lhe-à melhor e ajuda na fidelização.

2-Criticou (de forma bastante engraçada)à poucos dias atrás a quantidade de "papel" fornecido pelo Expresso e eu não podia estar mais satisfeito por ter abordado tal tema.

Em tempos "discutimos" via post as questões relativas ao aproveitamento máximo do seu espaço de 6 metros quadrados e agora critica o amontoado de páginas do Expresso parecendo não encontrar as reais analogias entre as suas dificuldades e...imagine-se... as do Expresso.

Da mesma forma que procura no seu quiosque conquistar o maior número de clientes possível, também o Expresso procura com cada suplemento acrescentar mais alguns clientes específicos.

A questão é: Está certa a estratégia do Expresso? E a sua?

Será que o Expresso sabe quantoslêm o suplemento Saúde? E o Imobiliário? E o Emprego? E...

Suponhamos que apenas 10% dos clientes do Expresso compram o Jornal devido ao suplemento Saúde: Será que o custo da impressão dos outros 180000 justifica esse segmento? E os custos operacionais a aplicar ao suplemento?

Em suma, da mesma forma que acha que deve optimizar o seu Espaço de 6 metros para maximizar o lucro, também o expresso está a tentar maximizar o seu saco e, aparentemente, o volume disponível no saco plástico será para o Expresso o seu quiosque de 6 metros.

A minha opinião é a de que a segmentação é importante para que se possa trabalhar para um grupo de clientes específico.

Uma segmentação bem feita é a única forma de podermos trabalhar bem para o nosso cliente alvo, focando nele os nossos esforços.

Os Japoneses são peritos nesta forma de trabalhar e, talvez também na Vossa área seja possível aplicar alguns princípios de "eliminação de desperdícios" e focalização naquilo que é importante.

Recomendo (a ambos) a leitura do livro Balanced Scoredcard do Eng. Carlos Cruz e editado (salvo erro) pela Vida Económica.

Não se esqueça que, o óptimo do expresso, seria saber exactamente a quem fornecer cada suplemento. Por exemplo: A mim interessa-me sempre o caderno principal, a Economia e o Emprego. Outro, o cartaz, a revista e o imobiliário, etc..etc.. Como é que o Expresso poderá saber a quem "dar" o quê, para maximizar o seu lucro?

Eu talvez tenha umas ideias, mas serão para as próximas núpcias. Para si, sim, vou deixar uma para que possa ir "borbulhando".

A grande parte do lucro dos Jornais Provém da publicidade. É sabido que a publicidade em Jornais é bem recebida pelo consumidor até porque, quem comra um Jornal está desde logo apto a ler.

Pois bem, poderão os quiosques ser uma forma de publicidade directa aos leitores, sem que tal tenha que passar nos Jornais? Será que, por exemplo, quando vende um público pode "oferecer" ao seu cliente um "panfleto" de publicidade, por exemplo, de uma empresa imobiliária da zona? Sim, porque provavelmente os seus clientes não estarão interessados em apartamentos em Castelo Branco mas sim, nessa zona.

Desta forma, poderia estabelecer contratos de distribuição de publicidade e "arranjar" mais uma forma de tornar o mealheiro que tem na secretária demasiado pequeno.

Afinal você tem o trabalho de colocar a publicidade em cada Jornal e não ganha mais por isso, porque não ser Você a fazer os suplementos (publicitários) de cada Jornal?

(lojas de decoração da zona, promoções, imobiliário, explicações, emprego, etc..)

Ainda me recordo do tempo em que os quiosques estavam " apinhados " de classificados e entendo o porquê ( quem vai ao quiosque, em princípio é para ler). Não entendo porque isso acabou em vez de evoluír para um negócio mais específico.

Por aqui me fico com a “dica da semana”. Desculpo-me pelo atabalhoado (e potenciais erros de escrita)do Post, mas o tempo é curto para o que hoje me aprazia dizer. Cumprimentos.

(Recomendo que faça 2 cartões, porque pelo que vejo tem 2 endereços o que estratégicamente nãqo me parece conveniente)
commented by Anonymous Anónimo, 10/30/2006 10:55 da manhã  
Woo, obrigado mais uma vez pela colaboração.
O preenchimento do questionário no quiosque, na hora, está fora de questão. Nem os clientes estarão dispostos a isso, nem há espaço para o fazer, nem outros clientes terão paciência para esperar que outros o façam.
Eu, enquanto vendedor, não critico o expresso pela quantidade de suplementos. Se venderem mais jornais por causa disso, melhor para mim. Mas quando eu o comprava, detestava o excesso de papel. Cabe aos responsáveis do jornal saber se vale ou não a pena ter tantos suplementos.
Quanto à secretária, não há volta a dar. Nem há espaço para coisa melhor, nem tempo para a manter arrumada a toda a hora. Se calhar tem a imagem de um quiosque como um local onde há uma pessoa sentada do lado de dentro a aviar jornais e tabaco. Eu garanto-lhe que, no meu caso, raros são os momentos de relaxamento.
Abraço
Oh Ardinário, acho que ficaste a arder com os oito euros das cautelas... e o sr. vigário pelo menos levou de graça o que ia comprar... ou estarei enganado?
commented by Anonymous vigário, 10/31/2006 4:46 da tarde  
Vigário, não me parece. O homem deu-me 100 euros e eu devolvi-lhe 92. O que se passou depois foi uma manobra de diversão (ou será de inversão?).
ok ardinário... assim fico muito mais descansado. parabéns e continuação de bom trabalho.
commented by Anonymous ex-vigário, 11/01/2006 7:57 da manhã  

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